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Palavras

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"Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma" F. Pessoa



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Contos da Meia Noite



Esse é um dos meus contos favoritos... Não sei explicar bem o porquê, mas me faz viajar, imaginar, sacolejar, sentir, me enfurecer e me acalmar...
"Apólogo Brasileiro sem Véu de Alegoria", de Alcântara Machado me supreende com o papel do cego, com o pessoal do matadouro, com a falta de Luz, ou melhor, a existência das Trevas...
A oralidade do conto é incrível, e a forma como as ações são descritas dão ao todo uma plasticidade ímpar.
Esta interpretação é da série "Contos da Meia Noite", da TV Cultura.

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